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Sexta-feira, Novembro 25, 2005
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16:02
by Carlos Correa
![]() Resenha Editorial, por Renato Domith Godinho Mitos da Humanidade reforjados num grande épico "No início havia Eru, o Único, que na Terra é chamado de Ilúvatar. Ele criou primeiro os Ainur, os Sagrados, gerados por seu pensamento, e eles lhe faziam companhia antes que tudo o mais fosse criado." As palavras iniciais de "O Silmarillion" dão o tom exato do que virá: uma narrativa mitológica, heróica e grandiosa. Ao contrário da obra mais famosa de Tolkien, "O Senhor dos Anéis", aqui não há diálogos, não há maiores descrições dos ambientes, os personagens não são detalhados. De uma distância épica, a narrativa desfia a História do Universo de Tolkien, do início ao fim dos tempos. A Bíblia, as lendas da Criação, as mitologias nórdicas, gregas, orientais, os mais antigos mitos e tradições da humanidade foram recriados numa fusão única pelo autor, um professor de Oxford, filólogo e erudito com profundo conhecimento de folclore e línguas. Ao longo de sua vida, Tolkien imaginou um mundo inteiro, com mapas, lendas, geografia, história, botânica, raças, e línguas - sim, chegou a criar idiomas e alfabetos para seus elfos e anões. O projeto de Tolkien era publicar a história completa desse mundo, da gênese ao apocalipse. Morreu antes de consegui-lo, deixando pilhas de notas e contos inacabados. Seu filho Christopher tomou a si a tarefa de organizar e selecionar todo esse material e tentar cumprir - ainda que parcialmente - o desejo do pai. O resultado é "O Silmarillion". Quem leu "O Senhor dos Anéis" descobrirá neste livro póstumo a origem das lendas e referências apenas vislumbradas em "O Senhor dos Anéis". É um livro fundamental para se conhecer a sério a obra deste pacato professor de inglês, que de sua mesinha de trabalho criou um Universo. Para comprar: clique aqui Link único deste Post Comments: Quinta-feira, Novembro 24, 2005
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11:28
by Carlos Correa
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15:41
by Carlos Correa
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02:26
by Carlos Correa
Link único deste Post Comments: Sábado, Novembro 19, 2005
Artista: Damien Rice Álbum: O Título: The Blower´s Daughter And so it is Just like you said it would be Life goes easy on me Most of the time And so it is The shorter story No love, no glory No hero in her sky I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes... And so it is Just like you said it should be We´ll both forget the breeze Most of the time And so it is The colder water The blower´s daughter The pupil in denial I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes off of you I can´t take my eyes... Did I say that I loathe you? Did I say that I want to Leave it all behind? I can´t take my mind off of you I can´t take my mind off of you I can´t take my mind off of you I can´t take my mind off of you I can´t take my mind off of you I can´t take my mind... My mind...my mind... ´Til I find somebody new Link único deste Post Comments: Sexta-feira, Novembro 18, 2005
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16:17
by Carlos Correa
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Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de alguém que batia levemente a meus umbrais «Uma visita», eu me disse, «está batendo a meus umbrais. É só isso e nada mais.» Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro, E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais. Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada P'ra esquecer (em vão) a amada, hoje entre hostes celestiais ¿ Essa cujo nome sabem as hostes celestiais, Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais! Mas, a mim mesmo infundindo força, eu ia repetindo, «É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais; Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais. É só isso e nada mais». E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante, «Senhor», eu disse, «ou senhora, decerto me desculpais; Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo, Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais, Que mal ouvi...» E abri largos, franquendo-os, meus umbrais. Noite, noite e nada mais. A treva enorme fitando, fiquei perdido receando, Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais. Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita, E a única palavra dita foi um nome cheio de ais ¿ Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais. Isto só e nada mais.
Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo, Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais. «Por certo», disse eu, «aquela bulha é na minha janela. Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.» Meu coração se distraía pesquisando estes sinais. «É o vento, e nada mais.» Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça, Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais. Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento, Mas com ar solene e lento pousou sobre meus umbrais, Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais. Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura Com o solene decoro de seus ares rituais. «Tens o aspecto tosquiado», disse eu, «mas de nobre e ousado, Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais! Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.» Disse-me o corvo, «Nunca mais». Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro, Inda que pouco sentido tivessem palavras tais. Mas deve ser concedido que ninguém terá havido Que uma ave tenha tido pousada nos seus umbrais, Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais, Com o nome «Nunca mais». Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto, Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais. Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento Perdido, murmurei lento, «Amigo, sonhos ¿ mortais Todos ¿ todos lá se foram. Amanhã também te vais». Disse o corvo, «Nunca mais».
A alma súbito movida por frase tão bem cabida, «Por certo», disse eu, «são estas vozes usuais. Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais, E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais Era este «Nunca mais». Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura, Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais; E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais, Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais, Com aquele «Nunca mais». Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo À ave que na minha alma cravava os olhos fatais, Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando No veludo onde a luz punha vagas sombras desiguais, Naquele veludo onde ela, entre as sombras desiguais, Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-me então o ar mais denso, como cheio dum incenso Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais. «Maldito!», a mim disse, «deu-te Deus, por anjos concedeu-te O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais, O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!» Disse o corvo, «Nunca mais». «Profeta», disse eu, «profeta ¿ ou demónio ou ave preta! Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais, Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais, Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!» Disse o corvo, «Nunca mais».
«Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!, eu disse. «Parte! Torna à noite e à tempestade! Torna às trevas infernais! Não deixes pena que ateste a mentira que disseste! Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!» Disse o corvo, «Nunca mais». E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais. Seu olhar tem a medonha dor de um demónio que sonha, E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão mais e mais, E a minh'alma dessa sombra, que no chão há mais e mais, Libertar-se-á... nunca mais!
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13:40
by Carlos Correa
Publicado originalmente em 06/Nov/1969 Tradução: 01: O que pelo mundo você está fazendo? 02: Estou endereçando cartões de natal... O que pensou que eu estivesse fazendo? 03: Você está com inveja porque não recebe seus cartões ou somente porque não os recebe tão cedo como eu! Admita! Vamos! Admita!! Link único deste Post Comments:
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12:42
by Carlos Correa
Em espanhol Link único deste Post Comments:
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12:34
by Carlos Correa
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17:11
by Carlos Correa
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