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Terça-feira, Abril 22, 2003
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Sábado, Abril 19, 2003
Posted
11:08
by Carlos Correa
Como eu não sei se vou postar mais alguma coisa hoje...
Que todos vocês sejam iluminados e consigam realizar todos seus objetivos!!
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Sexta-feira, Abril 18, 2003
Posted
14:23
by Carlos Correa
Só estou postando hoje para não passar em branco... É porque ainda não se sabe ao certo como ficará a situação de alguns funcionários aqui na empresa, e infelizmente estou no meio. O jeito é procurar outra coisa mesmo.
Ontem eu pensei que fosse terminar meu noivado. Brigamos um pouco, foi desgastante e bastante chato! Acho que estamos passando pela crise dos 3 anos, 9 meses e 3 dias...
Hoje estou trabalhando, mas sinceramente não estou com o mínimo de vontade de fazer algo; faço porque ainda me resta algo de profissional em meu caráter. Provavelmente vou ao cinema hoje ver Carandiru, já que na semana passada cheguei no shopping por volta das 19 horas e para este filme os ingressos haviam se esgotado até a seção das 00:30! E também porque agora eu tenho (finalmente) minha carteira de estudante da pós.
Vou-me indo (isso pareceu frase de diário infantil onde as crianças, leia-se meninas, praticam o hábito de escrever para o "meu querido poste").
OBS: quando escrevi sobre o que estava lendo, faltou o título original do livro: "Miórtvie Dúchi".
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Quarta-feira, Abril 16, 2003
Posted
08:21
by Carlos Correa
O que eu estou lendo?
Almas Mortas: as Aventuras de Chichikov: Poemas em Prosa
NIKOLAI VASSILIEVITCH GOGOL
Capa da edição Brasileira
Resumo:
Escrito em 1841, Almas Mortas conta a história de um aventureiro que compra, a baixo preço, os camponeses russos mortos desde o último censo, mas ainda vivos nas listas do fisco. Uma trapaça que permite traçar um panorama da vida da província e um esboço do homem russo por inteiro, pelo seu lado negativo. Gógol escreveu um segundo volume da obra, mas em um momento de angústia acabou queimando-o. A segunda parte, incabada e póstuma, foi publicada em 1852.
Rindo e chorando, denunciando e condenando, Gogol - aquele para quem o mundo parecia uma floresta encantada, cheia de espectros e diabos - deu-nos a primeira visão completa da Rússia.
>> Para ler algumas páginas do livro (inglês), clique aqui
>> Se vocês ficaram curiosos com esse livro, para comprar clique aqui
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Terça-feira, Abril 15, 2003
Posted
11:13
by Carlos Correa
Nessas andanças pela net, encontrei um blog que é muito lôco:
Foi lá que encontrei a maior atrocidade que um homem pode fazer consigo mesmo:
Operação de mudança de sexo (integral)
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11:10
by Carlos Correa
Tem gente que acha que sou broxa!! Já recebi esse email umas centenas de vezes...
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Sexta-feira, Abril 11, 2003
Posted
11:54
by Carlos Correa
Olha que legal esse filme que assisti ontem, na minha opinião mereceu e muito o Oscar de Melhor Filme de Animação...
Sen to Chihiro no Kamikakushi (Spirited Away), de Hayao Miyazaki
>> Nos países de língua portuguesa, certamente se chamará A Viagem de Chihiro<<
Sinopse:
Em todos os países existem lendas e tradições a partir das quais se contam as grandes histórias.
No Japão diz-se que existe uma cidade onde os espíritos, os deuses e os monstros vão descansar de vez em quando depois das suas cansativas tarefas. Qualquer ser humano que entre nessa cidade é castigado: ou é transformado em animal ou tem que trabalhar para os deuses.
A Viagem de Chihiro baseia-se nesta lenda.
Tudo começa quando Chihiro, uma menina mimada de 10 anos, e os seu pais (Akyo e Yuko) vão viver para uma nova casa nos subúrbios; Chihiro não gosta desta mudança e amua.
A caminho da nova casa acabam por se perder na estrada e chegam a um túnel que os leva a um sítio que pensam ser um parque de diversões abandonado. Na verdade o túnel é uma passagem para o mundo dos deuses e monstros.
A família decide explorar a misteriosa cidade que parece completamente abandonada, tal como uma cidade do velho Oeste americano, apesar de estar decorada com um ambiente muito festivo.
Os pais de Chihiro são imediatamente tentados por comidas irresistíveis. O problema é que comem uma refeição proibida e acabam transformados em gigantescos porcos que grunhem sem parar.
Chihiro tem então de ir trabalhar para Yu-baba, uma assustadora velha com uma cabeça enorme e um corpo pequenino, que gere esta fantástica cidade. A primeira coisa que tem que fazer é deixar de usar o seu nome, trocando-o por Sen.
Inicialmente, Chihiro aceita esta situação e faz o seu trabalho normalmente, mas decide libertar-se quando percebe que estava a começar a esquecer o seu próprio nome e a habituar-se cada vez mais a ver os pais como porcos.
Quando Chihiro procura ajuda, encontra um amigo em Haku, um misterioso rapaz com poderes mágicos. É ele que a apresenta aos espíritos que habitam no parque à noite.
No mundo onde Yu-baba manda, as pessoas têm sempre de viver entre os perigos que os podem engolir a qualquer momento: Chihiro tem que ter muito cuidado com tudo o que diz.
As suas vivências com monstros, espíritos e lendários seres do passado conduzi-la-ão através de uma enorme quantidade de extraordinárias aventuras, muito para além do que ela alguma vez se julgaria capaz.
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11:50
by Carlos Correa
:-) História ilustrativa sobre como funciona o raciocínio da mulher
O cara acorda com aquela ressaca, vira-se e, ao lado da cama, há um copo d'água e duas aspirinas. Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada. O quarto está em perfeita ordem. Há um bilhete de sua mulher:
"Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos."
Ele desce à cozinha e encontra um lauto café o aguardando. Pergunta ao filho, que já estava à mesa:
- O que aconteceu ontem?
- Bem, pai, você chegou às três da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis e machucou teu olho ao bater na porta do quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
- Bem, é que mamãe te arrastou até a cama e, quando estava tirando tuas calças, você disse: "não faça isso, moça, eu sou casado".
:-)
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Quinta-feira, Abril 10, 2003
Posted
14:00
by Carlos Correa
Momento filosófico...
(...)
É a última vez! É a última vez que abro os olhos. Ai de mim, ele não verão mais o sol, que se esconde agora nas nuvens de um céu sombrio... Tomai luto, ó natureza, porque o vosso filho, o vosso amigo, o vosso amante aproxima-se do fim. Ó Carlota, só às impressões confusas de um sonho é comparável, talvez, o sentimento que se experimenta ao dizer: ¿Eis a minha derradeira manhã!¿ A derradeira! Carlota, esta palavra derradeira, não a entendo. Não estou aqui em todo o meu vigor? E amanhã, ver-me-ão estendido sobre a terra. Morrer! Que é isto? Veja, é como se sonhássemos quando falamos da morte. Vi morrer muita gente, mas a humanidade é tão limitada que se mostra incapaz de conceber o começo e o fim da sua existência. Neste momento, ainda me pertenço! Pertenço-lhe, também, ó minha bem-amada. E, bastará um instante... separados, perdidos um para o outro... para sempre, talvez... Não, Carlota, não!... Como poderei ser aniquilado? Como poderá você ser aniquilada? Entretanto, ainda estamos vivos!... Aniquilamento... que significa isto? Trata-se de uma palavra, um som vazio de sentido que não diz nada ao meu coração!... Estar morto, ó Carlota, metido embaixo da terra gelada, numa sepultura tão estreita, tão escura! Tive uma amiga que foi tudo para a minha juventude desamparada. Quando ela morreu, acompanhei o seu enterro, parei à beira da cova, vi baixar o caixão, senti o roçar das cordas que se afrouxaram e foram retiradas bruscamente, ouvi a primeira pá de terra que caía sobre o lúgubre invólucro, produzindo um rumor surdo, cada vez mais surdo, sempre mais surdo, até cobri-lo inteiramente! Lancei-me ao chão, ao lado daquela sepultura, embargado, transtornado, o coração cheio de angústia e profundamente dilacerado; mas nada entendia daquilo que se passava diante de mim... aquilo que também me estava reservado! A morte!... O Túmulo! Estas palavras, não as pude entender nunca!
(...)
(GOETHE, J. W., Fausto / Os Sofrimentos do Jovem Werther, Ed. Nova Cultural, São Paulo, 2002: págs. 340-341)
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Terça-feira, Abril 08, 2003
Posted
10:07
by Carlos Correa
Nossa! Aqui na empresa está rolando um clima super pesado... Definitivamente não está sendo possível se concentrar nas tarefas.
Ontem foi um dia bem nfeliz e pelo jeito, hoje também será meio esquisito...
Só queria que isso acabasse logo
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Quarta-feira, Abril 02, 2003
Posted
14:37
by Carlos Correa
Há muito tempo atrás eu entrei num projeto de tradução e interpretação das músicas da ópera-rock TOMMY, gravada em 1969 pelo The Who. Eu cheguei até a música 14 onde, em trancos e barrancos, Tommy Walker (nosso herói) vive e sobrevive, mesmo sendo surdo-mudo e cego. Continuando esta saga, entramos agora numa nova fase para ele, já que esta música marca o início de sua cura, vamos a ela:
15 - Go To The Mirror Boy (Vá até o espelho filho)
Doctor: (Doutor:)
He seems to be completely unreceptive. (Ele parece ser completamente altista [no sentido de não não-precepção])
The tests I gave him show no sense at all. (Os testes que eu fiz não mostram sentido para tal.)
His eyes react to light the dials detect it. (Seus olhos reagem à luz que direciono a eles.)
He hears but cannot answer to your call. (Ele escuta mas não consegue responder ao seu chamado.)
Tommy: (Tommy:)
See me, feel me, touch me, heal me. (Me veja, me sinta, me toque, me escute.)
See me, feel me, touch me, heal me. (Me veja, me sinta, me toque, me escute.)
Doctor: (Doutor:)
There is no chance no untried operation. (Não há chance para uma cirurgia inédita.)
All hope lies with him and none with me. (Todas as esperanças mentem com ele e nemhuma está comigo.)
Imagine though the shock from isolation. (Imagine isso através do choque vindo da isolação.)
When he suddenly can hear and speak and see. (Quando ele subtamente puder ouvir e falar e ver.)
Tommy: (Tommy:)
See me, feel me, touch me, heal me. (Me veja, me sinta, me toque, me escute.)
See me, feel me, touch me, heal me. (Me veja, me sinta, me toque, me escute.)
Doctor: (Doutor:)
His eyes can hear (Seus olhos podem ouvir)
his ears can see, his lips speak (seus ouvidos podem ver, seus lábios falar)
All the time the needles flick and rock. (Todo o tempo como agulhas perfurando as pedras.)
No machine can give the kind of stimulation, (Nemhuma máquina pode dar o tipo de estimulação,)
Needed to remove his inner block. (Precisa para remover este seu bloqueio.)
Go to the mirror boy! (Vá até o espelho filho!)
Go to the mirror boy! (Vá até o espelho filho!)
Father: (Pai:)
I often wonder what he's feeling. (Eu queria saber o que ele está sentindo.)
Has he ever heard a word I've said? (Ouvia sempre alguma palavra que eu disse?)
Look at him now in the mirror dreaming (Olhe-o agora sonhando no espelho)
What is happening in his head? (O que está acontecendo em sua cabeça?)
Tommy: (Tommy:)
Listening to you I get the music. (Escutando-lhe eu sinto a musica.)
Gazing at you I get the heat (Olhando-o eu sinto o calor
Following you I climb the mountain (Seguindo-o eu subo a montanha)
I get excitement at your feet! (Eu sinto a excitação nos seus pés!)
Right behind you I see the millions (Atrás de você eu vejo os milhões)
On you I see the glory. (Em você eu vejo a glória.)
>From you I get the opinions (>De você eu vejo as opiniões)
>From you I get the story. (>De você eu começo a estória.)
Father: (Pai:)
What is happening in his head (O que está acontecendo em sua cabeça)
Ooooh! I wish I knew, I wish I knew (Ooooh! Eu desejo saber, eu desejo saber)
+x+x+x+x+x+
Provavelmente esse médico que vem para curar Tommy é um psicólogo, já que consegue perceber o estado de bloqueio mental em que se encontrava e a simplicidade de sua cura: O ato de se olhar no espelho! Percebemos também uma certa sensação de culpa, pelo pai de Tommy, provavelmente com os fatos ocorridos cerca de 20 anos atrás. Percebemos também a complexidade de sua mente (Tommy) em seu "renascimento" para o mundo.
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Posted
14:36
by Carlos Correa
Tô malz!
Nesse final de semana eu fui à uma festa de casamento (fui contratado para tocar) e quase não comi nada, somado ao que já vinha sentindo durante a semana toda, resultado: desde Domingo estou me sentindo horrível, com constantes dores de cabeça, estomacais e intestinais...
Hoje já estou um pouco melhor, mas a obrigação de fazer a dieta é de matar. Espero melhorar logo!!!
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Terça-feira, Abril 01, 2003
Posted
09:17
by Carlos Correa
Só para mudar um pouco as coisas por aqui, vou sair do anonimato e entrar para a posteridade:
e de quebra, vou levar um amigo, o Henry Agrypa, do blog Pet Shop of Horrors
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