O publicitário e escritor inglês Bram Stoker inspirou-se no conde Vlad Tepes, o Empalador, príncipe da Valáquia na segunda metade do século XV, para criar o personagem-título de seu romance de terror. O príncipe, também conhecido como Vlad Dracul (nome que em romeno significa dragão, diabo), foi de fato um tirano e um guerreiro muito cruel, porém jamais um vampiro. A história do conde Drácula se passa na Transilvânia, região lúgubre ao norte da Romênia. Sucesso desde que foi publicado, em 1897, o livro recebeu uma série de adaptações para o cinema, a primeira delas em 1931.
Esses dias anteriores foram um tanto agitados e problemáticos:
Sem mudar nada, continuo com problemas quanto aos pagamentos e benefícios aqui na empresa... Nem vou comentar nada!
Não consegui pegar aulas esse ano, ao que parece todas as aulas foram atribuídas àqueles professores com maior pontuação. Até aí, tudo bem, se não fossem cadastrados quase 5 vezes mais professores candidatos, e que esse excedente não tivesse que ir e vir nos dias e horários que foram especificados para nada... Desanimador!
Ainda estou me adaptando ao novo lugar em que estamos trabalhando agora, é bem legal e tem mais pessoas, mas sinto às vezes que trabalho melhor quando estou sozinho, ou no silêncio.
Mas chega de problemas e momentos de stress total! Na próxima semana vou começar meu curso de pós-graduação na PUC e estou muito apreensivo, mas é um curso que gosto muito (História). Também estou pensando em me especializar em linguística, hoje vou dar uma procurada em cursos que ensinem Latim, a língua nobre.
Estive pensando também em me formar Oficial das Forças Armadas, talvez da Marinha... O que vocês acham?
Nossa! Que correria!!!
Acabei de me ajeitar da mudança que fizemos de andar aqui no trampo... Durante esse tempo , passei por momentos de nostalgia, stress, desânimo, depressão, alegria, alergia, dores em todo o corpo, gripe, pneumonia...
Fiquei até meio doido (mais um pouco), só percebi quando estava tentando pagar uma conta que vai vencer no dia 25/03 e eu pensava que era hoje. Vai saber...
Seguindo então a série, mais uma música do álbum Tommy
13 - Pinball Wizard (13 - Mago do Fliperama)
Local Lad: (Figurante Local:)
Ever since I was a young boy, (Eu nunca tinha visto um jovem garoto,)
I've played the silver ball. (Eu havia jogado a bola de prata.)
>From Soho down to Brighton (>Do baixo Soho até Brighton)
I must have played them all. (Eu tinha que jogar contra todos.)
But I ain't seen nothing like him (Mas eu nunca tinha visto ninguém como ele)
In any amusement hall... (Em todas as casas de jogos...)
That deaf dumb and blind kid (Esse garoto surdo-mudo e cego)
Sure plays a mean pin ball! (Está certo que vai jogar fliperama!)
He stands like a statue, (Ele espera como uma estátua,)
Becomes part of the machine. (Se torna parte da máquina.)
Feeling all the bumpers (Sentindo todas as partes)
Always playing clean. (Sempre jogando limpo.)
He plays by intuition, (Ele joga por intuição,)
The digit counters fall. (Os dedos não se perdem.)
That deaf dumb and blind kid (Esse garoto surdo-mudo e cego)
Sure plays a mean pin ball! (Está certo que vai jogar fliperama!)
He's a pin ball wizard (Ele é o mago do fliperama)
There has got to be a twist. (Ele teve que se retorcer.)
A pin ball wizard, (Um mago do fliperama,)
S'got such a supple wrist. (Ele tem que tem pulso.)
'How do you think he does it? I don't know! (Como você pensa que ele faz isso? Eu não sei!)
What makes him so good?' (O que o faz ser tão bom?)
He ain't got no distractions (Ele não tinha distrações)
Can't hear those buzzers and bells, (Não pode ouvir barulhos e sinos,)
Don't see lights a flashin' (Não vê luzes em flash)
Plays by sense of smell. (Joga pelo sentigo do olfato.)
Always has a replay, (Sempre tinha um replay,)
'n' never tilts at all... (E nunca dava 'tilt' em tudo...)
That deaf dumb and blind kid (Esse garoto surdo-mudo e cego)
Sure plays a mean pin ball! (Está certo que vai jogar fliperama!)
I thought I was (Eu sabia disso)
The Bally table king. (O rei da mesa Bally.)
But I just handed (Mas eu ofereci)
My pinball crown to him. (Minha mesa de fliperama a ele.)
Even my usual table (Até minha mesa usua)
He can beat my best. (Ele pôde bater meu melhor.)
His disciples lead him in (Se discípulos o escutam)
And he just does the rest. (E ele faz o resto.)
He's got crazy flipper fingers (Ele tinha os dedos malucos no fliperama)
Never seen him fall... (Nunca o vi perder...)
That deaf dumb and blind kid (Esse garoto surdo-mudo e cego)
Sure plays a mean pin ball! (Está certo que vai jogar fliperama!)
++++++++++
Clássico dos clássicos!!!!! Eu considero essa música uma das que fazem a "alma" do rock inglês!
Aqui, Tommy vai de alguma forma até uma sala de jogos e fliperama, é desafiado por um qualquer, talvez o rei do lugar, e praticamente ensina o coitado a jogar. Nem vou comentar mais...
VIVA!!!!!
Até que enfim consegui entrar aqui... Não sei o que aconteceu, mas meu login não estava sendo aceito...
Ainda bem que acabou bem... Pelo menos isso.
Essas coisas acontecem e trazem sentimentos que demoram a passar e muitas vezes, nem quero que passe. Obrigado pelas visitas! E continuem a vir aqui para novidades, maluquices, e outras coisas...
Mudando de assunto: ontem eu apareci na TV (foi para o Programa Mulheres) mas tá valendo...
Alguém aqui já pensou sobre as diferenças entre Rei e Imperador? E entre Reino e Império?
No Brasil, antes da proclamação da República, tínhamos em vigor um Império Constitucional, governado por um Imperador, S.A.I. o Senhor Dom Pedro I, sucedido por S.A.I. o Senhor Dom Pedro II. Mas e após a proclamação da República?
A família imperial se exilou na França, no Chateau d'Eu, que pertencia a D. Gastão de Orleans, Conde d'Eu, e pretendente à realeza francesa. A partir desse fato, todos os descendentes deste casamento - D. Isabel e Conded'Eu - e que são pretendentes ao trono brasileiro, são Altezas Imperiais e Reais, e o atual Chefa da Casa Imperial Brasileira e, de jure, Imperador é o S.A.I.R. o Senhor D. Luiz de Orleans e Bragança, D. Luiz I.
PS: S.A.I.: Sua Alteza Imperial; S.A.I.R.: Sua Alteza Imperial e Real.
===
Michaelis:
Rei: Soberano de um reino; o chefe do Estado de um país monárquico; soberano de uma monarquia; monarca; príncipe reinante.
Imperador: O que impera; soberano que rege um império.
Reino: Estado cujo soberano é um rei ou uma rainha.
Império: Monarquia, ordinariamente importante, cujo chefe tem o título de imperador ou de imperatriz.
===
Novo Aurélio séc. XXI
Rei: Soberano que rege ou governa um Estado monárquico.
Imperador: Aquele que impera, que rege um império.
Reino: Monarquia governada por um rei, regente, rainha, etc.
Império: Monarquia cujo soberano tem o título de imperador ou imperatriz.
===
Portanto, a principal diferença entre Rei e Imperador se dá no poder que a este é atribuído, sendo maior ou menos conforme legislaçao vigente e, entre Reino e Império, o local governado pelo seu respectivo Chefe de Estado bem como a extensão de seu tamanho.
Tem coisas (TCHUBUM!!) que só a Internet faz para você:
You're the rennaisance artist. True genuis of your time. You really are ahead of your generation... A solid rock of a writer and artist all around. Very eloquent in all that you do...
Foi meio estranho, e bom ao mesmo tempo. Limpamos a cidade em busca de sebos no Sábado, da Praça da Sé chegamos até o Shopping Eldorado (quem conhece a cidade de SP sabe que é muito longe!). O Henri estava junto e foi nosso guia por essa demanda...
Domingo: Acho que posso começar a pensar na vocação para psicólogo... Algumas vezes tenho que intensificar essa atividade com as pessoas de meu convívio.
De resto, estou preparando para começar a ler "As Crônicas Vampirescas", de Anne Rice. Sei que são muito bons e apresentam o universo vampírico de outros pontos de vista, com sutis diferenças, conhecidas como riceanas.
Para quem se interessou, pode entrar no site oficial (www.annerice.com), e a seguência correta para leitura das crônicas:
AS CRÔNICAS VAMPIRESCAS Interview with the Vampire (Entrevista com o Vampiro), 1976
The Vampire Lestat (O Vampiro Lestat), 1985
The Queen of the Damned (A Rainha dos Condenados), 1988
The Tale of the Body Thief (História do Ladrão de Corpos), 1992
Memnoch The Devil (Memnoch o Demônio), 1995
The Vamipre Armand (O Vampiro Armand), 1998
NOVOS CONTOS DE VAMPIROS (Sem uma relação direta com a série, são estórias independentes)
Pandora (Pandora), 1998
Vittorio the Vampire (Vittorio o Vampiro), 1999
AS CRÔNICAS VAMPIRESCAS (Continuação da série original)
Merrick (Merrick), 2000
Blood and Gold (Sangue e Ouro), 2001
Blackwood Farm (não lançado ainda no Brasil), 2002
Momento Stress-é-a-mãe: P**** de insulina!!! Ao mesmo tempo que garante a sobrevida do diabético tipo 1, praticamente "absorve" toda a libido do usuário!
Discos de vinil, baladas dos anos 80 voltam com força total
Depois de quase 20 anos, a música que deu a cara dos anos 80, tão desprezada na década seguinte, parece voltar com força total. Quem saboreou intensamente os distantes (e ao mesmo tempo tão próximos) sucessos, recorda com saudades das canções. Os novos fãs desempoeiram os discos de vinil, buscam raridades na Internet e lotam os shows dos artistas que ainda estão na ativa. A geração dos anos 80 cresceu embalada em uma trilha sonora única. O mundo preparava-se para profundas mudanças geopolíticas e tentava entender o estranho visual dos artistas que arrebatavam multidões de jovens. O Brasil vivia um período de abertura e ainda buscava uma identidade própria ao som das guitarras dos grupos de rock, grupos infantis e ídolos instantâneos.
Quem sobreviveu para (re)contar essa história colhe os frutos e o sucesso com a renovação do interesse dos fãs. Dos artistas que fazem sucesso atualmente, grande parte surgiu antes das primeiras eleições diretas para presidente, da queda do muro de Berlim e do fim da União Soviética. O Capital Inicial, por exemplo, alcançou as maiores vendas de toda a carreira com o seu "Acústico MTV", lançado no ano passado. O Ira! também fez as pazes com o sucesso recentemente, após o lançamento do disco ao vivo em comemoração aos 20 anos de carreira. O último show dos dois grupos foi a principal atração do final de semana passado em São Paulo, apesar de não ser uma novidade - o primeiro dos vários encontros entre eles ocorreu há cerca de 18 anos.
Até mesmo o Nenhum de Nós (lembra de "Camila Camila"?) ensaia uma volta após assinar com uma grande gravadora depois de quase 10 anos. Mas, afinal de contas, o que a música dos anos 80 tem de tão especial e o que mudou de alguns anos para cá, quando era desprezada por público e crítica? Em primeiro lugar, é preciso dizer que a trajetória do rock nacional não começou há apenas 20 anos. Isso seria uma injustiça com Celi Campelo e seu "Banho de Lua", os ídolos da Jovem Guarda, os irreverentes e até hoje idolatrados Mutantes, além do eterno "Maluco Beleza" Raul Seixas e muitos outros "desbravadores". No entanto, foi na década de 80 que o ritmo ganhou vida própria e invadiu as nossas praias.
A qualidade musical de, pelo menos, 90% dessas bandas era, no mínimo, questionável. Mas esse não era exatamente o compromisso dos meninos e meninas que, com uma idéia na cabeça e uma guitarra na mão, desfilaram seus sucessos pelas FMs tupiniquins.
O sucesso do compacto "Você Não Soube Me Amar", da Blitz, é apontado como o responsável pela explosão do rock no Brasil. A canção, que se tornou um clássico, soa estranha nos dias de hoje mas sempre divertida. De um lado, Fernanda Abreu pedia uma porção de batatas fritas, depois de vários "blábláblás" e "tititis". Do outro, o cantor e dublê de ator Evandro Mesquita se entregava: "OK, você venceu, batata frita!".
Tentando pegar uma carona no sucesso da Blitz, apareceram muitas outras bandas que, na sua grande maioria, não passaram do primeiro disco. Alguns dos responsáveis pelos maiores hits da década simplesmente desapareceram sem deixar vestígios.
Quem não dançou ao som do Metrô, com "Tudo Pode Mudar" e "Beat Acelerado"? Ou mesmo do "Serão Extra" do Dr. Silvana & Cia, que contava a história da menina que "foi dar mamãe". Isso sem falar do "Amante Profissional" do Herva Doce (com "h" mesmo) e das duas maiores contribuições de Kid Vinil e sua banda Magazine para a humanidade: as músicas "Eu sou Boy" e "Tic Tic Nervoso", que virou cult após virar trilha sonora de filme pornô. Mas as maiores pagações de mico ficaram por conta dos "gênios" da MPB. Caetano Veloso, capaz de escrever maravilhas como "Trem das Cores", em 82, gravou, quatro anos mais tarde, uma versão acústica de "Totalmente Demais", filha única do Hanói Hanói. Gilberto Gil, tentando se manter na crista da onda, fez a pior música de sua carreira, o "Punk da Periferia", vaiada por 200 mil pessoas na primeira edição do Rock in Rio.
Os criadores e as criaturas
Alguns criadores jamais conseguiram se separar de suas criaturas. É o caso de Silvinho, líder do grupo Absyntho. Depois de tentar inúmeras vezes voltar à ativa (a última delas no Rock in Rio III), o cantor ainda é reconhecido como "Silvinho Blau Blau". Tudo isso graças ao enorme sucesso da música "Meu Ursinho Blau Blau", na qual um desesperado rapaz confessa suas frustrações amorosas para o bicho em questão.
As bandas engraçadinhas eram substituídas a cada estação. Sai Absyntho, entra João Penca e seus Miquinhos Amestrados. Sai João Penca, entra Inimigos do Rei, que encerrou o ciclo no final de 89, temperando suas canções com piadinhas cabeça. Um exemplo disso são os versos do seu maior hit, "Uma Barata Chamada Kafka", mais ou menos assim: "Ofereci a ela um disco do Sex Pistols/ Ofereci a ela uma batida de limão/ Perguntei se ela gostava de Beatles/ Perguntei se ela era de escorpião". Além de cometer esse sucesso, o grupo deu à luz Paulinho Moska, que até hoje tenta provar algum valor na MPB.
Outros ilustres desconhecidos da década de 80 conseguiram se manter na superfície nos anos seguintes. Do grupo Sempre Livre (do sucesso "Eu Sou Free"), saiu Dulce Quental, que virou letrista e compôs, em parceria com Frejat, "O Poeta Está Vivo", melhor canção da fase pós Cazuza do Barão Vermelho. O consagrado produtor Dudu Marote de Skank, Jota Quest e Pato Fu - saiu do obscuro Degradee. Fausto Fawcett (que era acompanhado pelos "Robôs Efêmeros") decidiu prestar um favor à musica e dedicar-se apenas a compor, com relativo sucesso. Para catapultar os rostos desconhecidos ao estrelato, nada melhor do que um programa de televisão. E o palco perfeito para essa turma foi o Cassino do Chacrinha, nas tardes de sábado. A atitude rock-and-roll do velho guerreiro combinava perfeitamente com o visual ao mesmo tempo yuppie e andrógino dos grupos da época.
A geração que não cresceu com a MTV também ficava grudada na tela quando começava o "Clip Clip", da Rede Globo, ou o "Clip Trip", da Gazeta. Antes das grotescas coreografias de É o Tchan e suas dançarinas popozudas, a moda era assistir aos clipes de Michael Jackson e tentar imitar, sem sucesso, a sua famosa coreografia "Moonwalker". Outro dilema da época era saber por que a menina Madonna sentia-se "Like a Virgin". A explicação mais plausível surgiria anos mais tarde, no filme "Cães de Aluguel", de Quentin Tarantino. Mas essa é outra história e outra década...
Com um nível técnico bem inferior em relação aos clipes estrangeiros, nossos artistas se esforçavam, mas não conseguiam grandes resultados com seus videoclipes. Com erros grosseiros que vão desde a direção até os figurinos, as imagens em VHS da maioria dos musicais servem como fonte inesgotável para o programa "Piores Clipes do Mundo", sob o comando de Marcos Mion, na MTV, ou para o menos ácido quadro "Túnel do Tempo", do Vídeo Show. No meio de todas essas caras e imagens novas surgiu o maior fenômeno (para o bem e para o mal) da década, que atendia por apenas três letras: RPM. Liderado pelo galã Paulo Ricardo o mesmo que hoje comete crimes, como a regravação de Imagine, de John Lennon e embalado por inúmeros hits, o grupo arrastou consigo multidões e vendeu quase três milhões de cópias de seu disco ao vivo "Revoluções Por Minuto". Sem criatividade para continuar compondo belas canções, como "A Cruz e a Espada", ou megassucessos, como "Olhar 43", o RPM apelou para um disco ao vivo, fórmula fácil e bem conhecida das bandas atuais. Chapados por brigas de ego e drogas pesadas, ainda lançaram um álbum de figurinhas em busca de alguns trocados, além de um terceiro e ignorado disco.
Entre mortos e feridos, o saldo foi positivo, principalmente se lembrarmos que grupos como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Ira e Titãs surgiram nessa época. Na categoria "melhor disco", o Ultraje a Rigor aparece como um dos favoritos. "Nós vamos invadir a sua praia", de 85, é um dos trabalhos mais legais de todos os tempos e é a trilha sonora perfeita para festinhas em qualquer época. Concorrem com ele o já citado "Revoluções Por Minuto" (85), do RPM; "Educação Sentimental" (85), do Kid Abelha - que na época ainda tinha o esdrúxulo complemento "E os Abóboras Selvagens" - ; "Dois" (86), uma das pérolas da brilhante discografia da Legião Urbana; e "Cabeça Dinossauro" (86), auge da poesia nervosa dos Titãs.
NÃO SE REPRIMA - Se os adolescentes estavam bem servidos musicalmente, quem foi criança nos anos 80 também não tinha do que reclamar. Sem nenhum "Bonde do Tigrão" na linha, a molecada se divertia ao som do Trem da Alegria, Balão Mágico e Abelhudos, grupos formados exclusivamente por crianças e que cantavam músicas sem duplo sentido. O Trem da Alegria talvez seja o grupo que tenha emplacado o maior número de hits da década, ao lado de Lulu Santos. Com muitas formações durante os seus nove anos de existência (de 84 a 93), era presença obrigatória em todos os programas de TV da época.
O pessoal do Balão Mágico tinha o seu próprio programa, nas manhãs da "Globo". Os três integrantes do grupo fizeram história, por vários motivos. A garotinha Simony, que todos os meninos queriam namorar, hoje expõe às câmaras que pode a sua história de amor com o rapper Afro X, preso no presídio do Carandiru. Jairzinho foi estudar música nos Estados Unidos, voltou ao Brasil e virou artista cult. Mike voltou à mídia recentemente graças ao papai, Ronald Biggs, um dos responsáveis pelo assalto ao trem pagador inglês, que estava no Brasil e resolveu voltar à Inglaterra para tratar da saúde debilitada.
Os Abelhudos invadiram o Festival dos Festivais, em 86, com a bela canção "O Dono da Terra". Cinco em cada quatro crianças torceram para os meninos, que acabaram derrotados por Tetê Espíndola, na aguda interpretação de "Escrito nas Estrelas", música que quase todas as mulheres tentam cantar em videokê após tomar algumas cervejas. Muito antes dos mauricinhos Backstreet Boys, cinco garotos cucarachos levaram nossas meninas à beira de um ataque de nervos. Com apenas um sucesso ("Não se Reprima") e uma coreografia na bagagem, os Menudos foram os precursores do gênero "boys band" e revelaram ao mundo o talento de Ricky Martin. Na cola deles vieram ainda Isso É Tremendo (os Menudos "made in Argentina"), além dos clones brasileiros Dominó e Polegar.
Até mesmo a Xuxa fez um disco decente no começo de carreira, mesmo sem saber cantar. O primeiro "Xou da Xuxa" tinha composições de Rita Lee, Evandro Mesquita, Frejat, uma versão para uma música de Stevie Wonder e a participação especial do Trem da Alegria. E quem não tentou rodar esse disco ao contrário para ouvir mensagens satânicas? Essa lenda espalhou-se rapidamente, mesmo sem ser comprovada e sem o auxílio da Internet.
E é justamente na Internet que os saudosistas incuráveis encontraram o seu lugar. Por meio do Napster ou outros mecanismos de troca de músicas, praticamente todos os sucessos que fizeram os anos 80 podem ser ouvidos. Isso sem falar nos sites e listas de discussão por e-mail dedicados exclusivamente ao assunto. Mas quem achou a música da década de 80 um porre pode se vingar cantando para os amigos nostálgicos Inútil, do Ultraje a Rigor, um dos hinos da geração: "A gente não sabemos escolher presidente/ A gente não sabemos tomar conta da gente/ A gente não sabemos nem escovar os dente/ Tem gringo pensando que nós é indigente/ Inútil! A gente somos inútil!!!".
Prestuplenie i Nakazanie (Crime e Castigo), do escritor russo Fiodor Mikhailovitch Dostoievski, que nasceu em Moscou em 1821 e morreu em São Petersburgo em 1881.
"Chamam-me de psicólogo; não é verdade, sou apenas um realista no mais alto sentido, ou seja, retrato todas as profundezas da alma humana."
Capa (edição francesa):
Resumo do Livro (trama narrativa da primeira parte): O narrador começa por apresentar aquele que será o herói do romance: Ródion Ramanovich Raskolnikov e esclarece as condições psicológicas e sociais em que se encontra: Mas havia já algum tempo que ele se encontrava num estado de excitação nervosa, vizinho da hipocondria. Isolando-se e concentrando-se, conseguira não só esquivar-se da senhoria, como também de seus semelhantes. A pobreza esmagava-o; ultimamente, porém, chegara a ser-lhe indiferente. Renunciara por completo às suas ocupações. Já no início do romance o narrador fornece pistas de que o herói tem em mente um projeto incomum:
Conhecia precisamente a distância entre a sua morada e o lugar aonde se dirigia: setecentos e trinta passos, nem mais nem menos. Contara-os quando o projeto tinha no seu espírito apenas a forma vaga de um sonho. Nesse tempo nem mesmo supunha que tal idéia viesse a tomar corpo e a fixar-se.
Raskolnikov planejava matar uma velha usurária e roubá-la; fora visitá-la, intentando um ensaio, levando uns objetos para colocar sob penhor. Desde já, mesmo sendo somente um ensaio, Raskolnikov sentia muito medo.Com o coração angustiado, os membros rudemente agitados por um tremor nervoso, aproximou-se de um grande prédio, que dava de um lado para o canal e de outro para a rua ¿
Se tenho agora tanto medo, que será quando for de verdade?, pensou quando chegava ao quarto andar. Por várias vezes, em seu projeto, o herói hesita, em momentos de violentas confusões, exclamava: Meu Deus, como tudo isso é repugnante! Será possível que eu ¿ Não! É uma loucura, um absurdo! Como pude ter tão horrível idéia? Pois eu seria capaz de tamanha infâmia? Isto é odioso, ignóbil, nojento!¿ E, no entanto, durante um mês eu ¿
Depois do término do ensaio sente, Raskolnikov, súbita necessidade de convivência, pára em uma taverna e é onde conhece a impactante figura de Marmeladov, quem lhe passa a narrar as desventuras de sua vida e de sua família: Este homem, de mais de cinqüenta anos, era de estatura mediana e aparência robusta. A cabeça, quase calva, conservava raros cabelos grisalhos. O rosto cheio, amarelo-esverdeado, denunciava intemperança; entre as pálpebras inchadas brilhavam os pequenos olhos, avermelhados e penetrantes. A característica dessa fisionomia era o olhar, onde brilhavam a chama da inteligência e uma vaga expressão de loucura. Tratava-se de um ex-funcionário público que após perder o emprego entregou-se ao álcool, enquanto sua filha acabou entregue à prostituição para salvar da fome seus irmãozinhos. Raskolnikov ouve sua triste história pacientemente e depois o acompanha até sua casa.
Quando Raskolnikov volta para casa, Nastácia, cozinheira e única criada da hospedaria, entrega-lhe uma carta que sua mãe lhe enviara. Nela, sua mãe lhe narra algumas desventuras pelas quais sua irmã passara e lhe conta que agora, superadas todas as dificuldades sofridas, estava por se casar com um advogado de futuro promissor, Piotr Petróvitch Lujin, e que dentro em breve iriam, sua mãe e sua irmã, visitá-lo em São Petersburgo. Raskolnikov desde o início se posiciona contra o casamento da irmã por crer que ela está se vendendo, como uma prostituta, em favor não dela própria, mas por Raskolnikov , seu irmão, que fora obrigado a largar os estudos por falta de dinheiro.
Após ler a carta sai sem rumo pelas ruas e então se dá outro acontecimento marcante para o herói.
Depara-se com uma jovem adolescente embriagada que estaria sendo alvo de intenções nada benévolas de um homem. Raskolnikov rapidamente percebe que a menina estava sendo explorada e a ajuda. Quase briga com o sujeito mas é detido por um guarda que também percebe a situação e tenta ajudar a menina a retornar para a sua casa, resolvendo, desta forma, o impasse. Pobrezinha, disse ele olhando para o banco onde a jovem se deitara, quando voltar a si há de chorar, depois a mãe saberá da aventura, bater-lhe-á para juntar a humilhação à dor, é provável que a ponha na rua ¿
Mas onde (Raskolnikov) queria ir? Pensa em visitar seu amigo dos tempos da faculdade, Razumikin, mas acaba por decidir que iria vê-lo somente depois de concluir aquela empresa que já lhe constituía uma idéia fixa.
Passou em frente de uma taverna e ocorreu-lhe que estava com fome. Bebeu aguardente. O álcool produziu-lhe logo efeito, provocando forte sonolência, deitou entre alguns arbustos e dormiu. Dormiu e sonhou um sonho aterrador no qual alguns malévolos senhores surravam até a morte um pequeno cavalo fraco e magro.
Ao acordar tenta interpretar o próprio sonho: Graças a Deus foi um sonho!, pensou. Mas dar-se-á o caso que seja um princípio de febre? Um sonho tão horrendo dá-me que pensar.(¿)
Meu Deus!, monologou, será possível que eu vá abrir com um machado o crânio dessa mulher!¿ Será possível que eu atravesse o sangue e vá arrombar a fechadura, roubar e depois esconder-me, a tremer, ensangüentado¿ Senhor, isso será possível?
O narrador descreve uma conversa de taverna que Raskolnikov ouvira e que teria uma influência decisiva no seu destino ¿
Dois senhores - um militar e um estudante - bebendo e conversando sobre a usurária Alena Ivanovna e sua irmã Isabel as quais moravam juntas, sendo esta última extremamente explorada pela irmã e descrita da seguinte forma:
- Mas tu dizes que ela é horrível!, observou o militar.
- É muito trigueira realmente; parece um soldado vestido de mulher; mas não se pode dizer que seja um monstro. A fisionomia é muito bondosa, e os olhos têm uma grande expressão de ternura¿ A prova está em que agrada a muita gente, é muito pacata, paciente, meiga, caráter dócil¿ E o sorriso chega a ser atraente. Em relação a Alena Ivanovna, a adela: - Quanto à maldita velha, asseguro-te que era capaz de assassinar para roubá-la, sem o menor remorso, acrescentou vivamente o estudante.
O oficial riu-se e Raskolnikov estremeceu. Estas palavras tinha um extraordinário eco no seu coração! Por obra do acaso, andando pelo Mercado do Feno, Raskolnikov ouve uma conversa de Isabel com um comerciante e vem a saber que no dia seguinte, às sete horas, Isabel não estaria em sua casa, ou seja, a velha estaria só em casa ¿
No dia seguinte realizou todos os preparativos para a sua empresa e foi colocá-la em prática. Combatendo os medos e as contradições que o assombravam naquele momento, matou a velha e roubou o que havia em seu cofre. O que não contava é que Isabel haveria de retornar antes que ele deixasse o local do crime. Foi forçado a matar também Isabel. Ambos crimes foram análogos no método cruel usado: seus crânios esfacelados à machadadas.
Depois de fugir sem ser visto, voltou para a hospedaria e trancou-se em seu quarto: No seu cérebro baralhavam-se os pensamentos; mas, por mais esforços que se fizesse, não conseguiu seguir nenhum...
Para ter idéia do quanto é importante esse negócio de influência causada pela TV na sociedade, um...
Série "Que Utilidade me enviaram via e-mail hoje" porque tem gente que acha que caixa postal é penico!
Década de 30:
Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta: "Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada. És formada com o ardor da alma da mais linda flor, de mais ativo olor, que na vida é a preferida pelo beija-flor...."
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Década de 40:
Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira,escreve para a Rádio Nacional e manda oferecer a ela uma linda música: "A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar. Nos seus olhos eu suponho, que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar"
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Década de 50:
Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar. Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema. É a coisa mais linda que eu já vi passar."
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Década de 60:
Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço, ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme: "Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você...."
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Década de 70:
Ele chega em seu fusca, com tala larga, sacode o cabelão, abre a porta pra mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas: Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar.... Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar...."
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Década de 80:
Ele telefona pra ela e deixa rolar um: "Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki,máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias, luz das acácias, você é mãe do sol. Linda...."
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Década de 90:
Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica: "Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar. E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?"
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Em 2001:
Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail: "Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão! Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão! Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim!"
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Em 2002: Ele pára o caranga rebaixada, e no mais alto volume solta o som: "Abre as pernas, faz beicinho, vou morder o seu grelinho.... Vai Serginho, vai Serginho...." Vem minina num si ispanta, vô gozá na tua garganta...."
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Olha só uma notícia que saiu no Jornal do Metrô hoje:
"Programas de baixo nível vão entrar na lista negra"
Resumindo: foi criada uma comissão para avalias a qualidade dos programas de TV. Esse conselho se reuniu pela primeira vez ontem, no lançamento do Site ( www.eticanatv.org.br). Dentre os programas que estão na lista negra, constam os programas de: Gugu Liberato, Ratinho, Sérgio Mallandro, João Kléber...
Estão, principalmente, buscando que a população mude de canal quando as emissoras exiburesm programas sensacionalistas com apelo sexual, brigas entre parentes e vizinhos, pegadinhas e exploração da miséria humana.
OBS: Estão vendo o quando é importante para a sociedade, população em geral quando as chamadas S/C - Sociedades Civis se criam? Pensem nisso.
Só queria dizer que estou me sentindo muito apreensivo em relação às aulas que vou dar esse ano... Nunca fiz isso e de vez em quando me sinto meio fraco para essa nova tarefa.
Já encomendei uns livros para eu me atualizar.... Tenho confiança, sei que vai dar tudo certo. :-)
Animaçãozinha maneirinha de um daqueles sonhos delirantes e sem sentido que as vezes temos... aonde saimos voando por ai e encontrando as coisas mais absurdas pelo caminho :p
Use as setinhas direcionais de seu teclado para voar com o boneco :)))
Música do Dia: Funk da Equinha Pocotó (versão para net)
Tô mandando um dinheirinho
Lá pra casa da vovó
Vou pedir pra ela trazer
Uma geléia de mocotó
Mocotó, mocotó, mocotó!
Uma geléia de mocotó!
Mocotó, mocotó, mocotó!
Uma geléia de mocotó!
(repete 150 vezes)
Hoje eu vi um passarinho
E lembrei da minha vó,
Ela tinha um canarinho
Que comia um jiló,
Um jiló, um jiló, um jiló!
Que comia um jiló!
Um jiló, um jiló, um jiló!
Que comia um jiló!
(repete 387 vezes)
Encontrei uma galinha
E perguntei sobre o café
Meu desejo era dizer
Que eu queria era pô pó
Pó pô pó, pó pô pó, pó pô pó, pó pô pó
Eu queria era pô pó
Pó pô pó, pó pô pó, pó pô pó, pó pô pó
Eu queria era pô pó
(repete 1.014 vezes)
E o tempo tá passando,
Tô me sentindo só,
Podia estar com meus amigos,
Jogando um totó,
Um totó, um totó, um totó!
Eu jogando um totó!
Um totó, um totó, um totó!
Eu jogando um totó!
(repete 598 vezes)
O Renato Aragão
Que já foi em Mossoró,
Tem um apelido divertido,
Ele é o Didi Mocó!
O Mocó, O Mocó, O Mocó!
Ele é o Didi Mocó!
O Mocó, O Mocó, O Mocó!
Ele é o Didi Mocó!
(repete 122 vezes)
Enquanto isso, no radinho,
"A eguinha pocotó",
E quem canta essa merda,
É o Serginho, um bocó!
Um bocó, um bocó, um bocó!
O Serginho é um bocó!
Um bocó, um bocó, um bocó!
O Serginho é um bocó!
Continuando a saga, aqui vai a tradução comentada de hoje...
12- Fiddle About (12- Brincar [com algo nas mãos])
Uncle Ernie: (Tio Ernie)
I'm your wicked Uncle Ernie (eu sou seu malvado tio Ernie)
I'm glad you won't see or hear me (Estou agradecido pois vc não me vê ou me escuta)
As I fiddle about (Então eu vou brincar)
Fiddle about (Brincar)
Fiddle about! (Brincar!)
Your mother left me here to mind you (Sua mãe me deixou aqui para cuidar de você)
Now I'm doing what I want to (Agora eu vou fazer o que eu quero fazer)
Fiddling about (Brincando)
Fiddling about (Brincando)
Fiddle about! (Brincar!)
Down with the bedclothes (Abaixe a calça)
Up with the nightshirt! (Tire a camiseta!)
Fiddle about (Brincar)
Fiddle about (Brincar)
Fiddle about! (Brincar!)
You won't shout as I fiddle about (Você não grita enquanto eu brinco)
Fiddle about (Brincar)
Fiddle about (Brincar)
Fiddle about! (Brincar!)
Fiddle, fiddle, fiddle. (Brincar, brincar, brincar.)
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Nesta música, vemos claramente porque a mãe de Tommy não quer que ele fique com seu tio (música anterior). Acho que as mães sentem quando há alguma coisa errada, principalmente aqui, em um caso de abuso sexual...
Para quem se lembra (a àqueles que estão conhecento agora), eu comecei a analizar as músicas do álbum "Tommy", editado pela banda inglesa The Who em 1969. Esse trabalho (ópera-rock) é considerada um dos maiores sucessos da banda de todos os tempos, se transformou em show na Broadway, filme, suas músicas foram cantadas por outros artistas...
Sem mais encheção, aqui vão os meus comentários sobre cada uma das músicas...
(1) Overture / (2) It's A Boy
Essa primeira música fala sobre como Tommy nasceu e, o que acontecia em sua volta (Londres, 2 Guerra Mundial). O Sr. Walker, que certamente é seu pai biológico, está desaparecido (provavelmente morto em combate) e não está presente no nascimento. A segunda parte, com a enfermeira falando, mostra que a Sra Walker esperava muito por essa criança, que está sozinha, e provavelmente é muito nova (inexperiente).
(3) 1921
Complicada essa parte! Pelo que parece a mãe de Tommy está com um amante, estão comemorando o aniversário de 21 anos dele (talvez 1921 signifique 19 anos da mãe e 21 do amante) quando são surpreendidos pelo pai (Capitão Walker, que retorna) de Tommy. Tudo leva a crer que o pai briga com o tal amante e provavelmente o mata. Tommy, com 4 anos assiste a tudo, seus pais ficam meio assustados com tudo isso. Vemos então uma espécie de perdão induzido pelo pai à mãe por compaixão ao filho e a imposição ao filho - "você não viu ou ouviu nada, não fale nada". A criança começa então a se aceitar como surdo-mudo e cego...
(4) Amazing Journey / (5) Sparks
Muito dark e um tanto gotz! Temos aqui uma descrição do menino Tommy (surdo-mudo e cego, 10 anos de idade), e a complexidade que é sua mente, levando-se em conta sua atual situação. Cheio de metáforas e comparações aonde um viajante imaginário, que vai passando pelos caminhos de sua mente, poderia estar vendo e sentindo. Mostra o início dessa "viagem assombrosa" que poderia ser muito bem ser "alucinante" ou "insólita". Sparks, por ser instrumental, é o pano de fundo para essa viagem/introspecção.
(6) Eyesight To The Blind (The Hawker)
Pelo que entendi, os Walker recebem uma visita de um ambulante que percebe, de alguma forma, o modo como Tommy é tratado e descobre que ele poderia ouvir, ver e falar se seus pais tivessem esse desejo. O bloqueio de Tommy pode ser facilmente tratado.
(7) Christmas
Chegou no Natal, o pai de Tommy está meditando sobre o que tudo isso significa e talz. Seu filho, que não pode compartilhar disso tudo, que talvez nunca irá conhecer o significado do Natal... Tommy anseia por ser notado, o que sugere: seu pai está todo preocupado e sei lá mais o que, mas não se envolve com ele, o deixa isolado.
(8) Cousin Kevin
Violência! Esse primo Kevin é o tinhoso... Aproveita-se que o nosso anti-herói não pode revidar, ou reclamar (ou ver e ouvir), para fazer o que achar que deve com ele. Vemos indícios de sadismo. O interessante é que onde estão os pais de Tommy numa hora dessas? Pode ser uma falta de atenção, ou de interesse...
(9) Acid Queen
Bom, Tommy conhece os segredos da vida através de uma prostituta. Não temos aqui uma indicação se ele a procurou sozinho ou foi levado por alguém.
(10) Underture
Esta é uma longa música, que talvez ilustra os atos da música anterior e tudo o que aquilo representa. Prepara também para o que vai acontecer nas próximas músicas.
(11) Do You Think It¿s Alright?
Os pais de Tommy estavam em alguma ocasião em que ele não poderia estar junto, o Sr. Walker sugere que a criança fique com seu tio Ernie. Sua mãe sente que algo estranho poderá vir a acontecer e tenta fazer com que a criança não se afaste dela, em vão...
Série "Que inutilidade me enviaram via e-mail hoje"
Tem gente que acha que caixa de entrada é penico!
LEIA E OBSERVE, MAS COM MUITA ATENÇÃO
Teste seu stress no trabalho: se você vê dois golfinhos, você está ok. Agora, se não, você tem alucinações e seu nível de stress anda muito alto, vá para casa imediatamente, e fique em repouso absoluto!
Ridículo, mas a vida é assim mesmo:
Mulher de negocio:
Ai, o que e uma panela? Pingou gordura no seu taierzinho? Aprender o beaba dos servico domestico nao faz mal a ninguem. E que orgulho besta e esse de nao saber cozinhar?
Ontem, e provavelmente hoje, nós que trabalhamos engravatados vamos derreter e nos transformar em meleca. O ar condicionado daqui está quebrado e só nos resta compadecer e torcer (literalmente) nossas camisas.
Antes que coloquem a polícia atrás de mim, aqui estou!!!!
De férias (2ª parte), por isso fiqueo bem distante de computador esses dias...
O que vale a pena ser lembrado:
1) Eu finalmente consegui reunir material para começar uma campanha de "1914 - O Jogo da Diplomacia", lançado pela Grow aqui no Brasil em 1976. Prá quem não conhece:
Diplomacia é um jogo de tabuleiro; criado em 1976 pela Avalon Hill; que a pouco tempo foi comprada pela Hasbro INC., a maior industria de brinquedos do mundo.
Diplomacia já foi lançado no Brasil pela Grow, mas como as vendas não foram significativas, acabou sendo retirado do mercado. Entretanto, na Europa e nos Estados Unidos, este é o jogo de tabuleiro mais vendido dos últimos 16 anos.
Em Diplomacia, o objetivo é simples: conquiste a Europa utilizando toda a sua diplomacia e estratégia.
O jogo se passa às vésperas da 1º Guerra Mundial e as 7 grandes potências da Europa estão reunidas em volta da mesa de negociações. Em quem você confia? O que você promete? Quem irá atacar primeiro? Essa é a proposta de Diplomacia. Cada jogador representa uma das potências européias e o preço do poder da hegemonia é a habilidade em negociar e em planejar estratégias complexas. Entretanto, nenhuma das potencias é forte o suficiente para triunfar sozinha e a cooperação pode ser perigosa.
Em Diplomacia não há dados, não há cartas, não há aleatoriedade. Apenas a sua capacidade de traçar estratégia, forjar alianças, manipular seus aliados e antecipar as reações de seus inimigos.
Diplomacia é jogado em turnos. Nesses turnos os jogadores escolhem como suas forças se movimentarão no cenário europeu e ao mesmo tempo traçam estratégia, forjam alianças e excutam traições.